Diminua a velocidade do Natal, evite acidentes.
Quero uma infância que celebre aquele Natal antes da dominação da cultura do consumo. Quero que s crianças aprendam a viver com calma, aproveitando o momento presente, elas são nossas mestras nisso, percebem coisinhas do instante que nós, com nossa cabeça sempre acelerada, raramente percebemos.
De repente, já é Natal em um monte de lugar. Muitos que acessam meus textos pertencem a uma realidade que provavelmente os preços dos presentes não importam muito, pois Natal é época de presentear e agradar quem amamos!
Minha pergunta é: mas e o preço de não pisar no freio e questionar como as coisas tem sido atropeladas, como estamos cada vez mais distante de vivências ritualísticas, belas, agradáveis, de um tranquilo e atento?
Bom, para isso não tenho respostas. Mas tenho inúmeros relatos de famílias de alunos que se aprofundaram numa perspectiva mais crítica desta nossa realidade, e se comprometeram na busca por uma educação que promova mais saúde do que doenças.
Para que começar falar de Natal agora? Já existem tantas tradições riquíssimas para fazer uma preparação linda, simbólica, profunda, a partir da primeira semana de dezembro. Não tem sentido antecipar nas crianças essa expectativa, que de gota em gota, transborda ansiedade.
Se ainda der tempo, vai mais devagar. É mais seguro, dá para frear quando necessário sem causar acidentes graves!
Saudações,
Janaina
Janaina
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